Versão
Integral
Índices de aproveitamento e sucesso escolar (em actualização)
Relatório da Auto Avaliação
2008/2009
O ISET foi reconhecido como
estabelecimento do Ensino Superior Particular pela Portaria nº
50/93, de 12 de Janeiro de 1993. A Portaria nº 967/93, de 1 de
Outubro, reafirmava o reconhecimento do ISET como
Estabelecimento de Ensino Superior Universitário e autorizava-o
a ministrar o Curso de Estudos Superiores Especializados em
Administração Escolar, determinando ainda que o "diploma emitido
pela conclusão do referido curso é reconhecido como diploma de
estudos superiores especializados, com os efeitos previstos no
nº 6 do artigo 13º da Lei nº 46/86, de 14 de Outubro".
O ISET começou, pois, por
desenvolver a sua actividade em percursos académicos que
articulavam a formação contínua de professores com a obtenção do
Grau de DESE em Administração Escolar.
O Instituto alargou depois
o seu âmbito de acção a quatro cursos de qualificação para o
exercício de outras funções educativas: Administração Escolar e
Administração Educacional; - Animação Sócio-Cultural; - Gestão e
Animação da Formação e de - Orientação Educativa (Portarias nº
279/99, de 17 de Abril; 325/2001, nº 326/2001, nº 327/2001 e nº
328/2001, de 2 de Abril). Estes cursos tinham como público alvo
professores e educadores . Actualmente já não há turmas a
funcionar de nenhum destes cursos de qualificação.
Só no ano lectivo 2005/6 se
iniciam Licenciaturas de raiz.
- Licenciatura em Educação,
Administração Educacional - Portarias nº 359/2005 e Despacho n.º
4932/2007, de 15 de Março, Registo n.º R/B – AD – 115/2007 que
regista as alterações decorrentes da adaptação dos curricula ao
Processo de Bolonha
- Licenciatura em Educação,
Intervenção Educativa - Administração Educacional - Portaria nº
376/2005 de 4 de Abril e Despacho n.º 4932/2007, de 15 de Março,
Registo n.º R/B – AD – 116/2007 que regista as alterações
decorrentes da adaptação dos curricula ao Processo de Bolonha
- O Mestrado em
Administração Educacional tem início em 2007/2008.
No que concerne às
Licenciaturas de raiz as duas primeiras coortes de alunos
tiveram percursos académicos em parte estruturados pela primeira
Portaria e em parte decorrentes da adaptação à lógica de
Bolonha. Assim a primeira coorte, que já estava no início do 3º
ano quando se fez a transição para a estrutura de Bolonha, teve
a licenciatura em 3 anos e 1 semestre. A segunda coorte que já
estava no início do 2º ano quando se fez a transição para a
estrutura de Bolonha, vai ter a licenciatura em 3 anos e 1
trimestre; a terceira coorte, quando iniciou o curso ele já
estava estruturado (está actualmente no 1º semestre do 2º ano).
Para a elaboração deste relatório foram ouvidos estudantes e
professores através de um processo de inquérito por
questionário. A auscultação dos estudantes foi realizada num só
dia a todos os estiveram presentes nas aulas desse dia
tendo-lhes sido solicitado que respondessem ao questionário que
se anexa. Por processo semelhante foram ouvidos todos os
professores.
Os resultados dessa
auscultação constituem a parte central deste relatório,
iniciando-se o mesmo pela apresentação das taxas de sucesso
escolar medidas através da permanência, abandono e conclusão do
curso, nos casos em que tal já ocorreu.
|
Curso / ano início |
Permanência |
Desistência |
Conclusão |
|
Mestrado 2007/08 |
73% |
27% |
* |
|
Mestrado 2008/09 |
92% |
8% |
* |
|
Licenciatura de
Educação – Administração Educacional 2005/06 |
83% |
17% |
* |
|
Licenciatura de
Educação – Intervenção Educativa 2005/06 |
88% |
13% |
* |
|
Licenciatura de
Educação – Administração Educacional 2006/07 |
76% |
24% |
* |
|
Licenciatura de
Educação – Intervenção Educativa 2006/07 |
93% |
7% |
* |
|
Licenciatura de
Educação – Administração Educacional 2007/08 |
93% |
7% |
* |
|
Licenciatura de
Educação – Intervenção Educativa 2007/08 |
100% |
0% |
* |
|
Licenciatura de
Educação – Administração Educacional 2008/09 |
100% |
0% |
89%** |
|
Licenciatura de
Educação – Intervenção Educativa 2008/09 |
100% |
0% |
56%** |
* turmas que ainda não
chegaram ao fim do curso.
** Prevê-se que estas
percentagens atinjam os 100% na medida em que os alunos que não
concluíram estão, ainda, a completar o projecto com que se
finaliza a licenciatura.
Não se registam repetências
ainda que existam estudantes com alguma ou algumas disciplinas
em atraso. Esta situação decorre da conjugação de dois factos:
por um lado, quando os estudantes não demonstram ter adquirido
os conhecimentos/competências exigidos é-lhes oferecida
orientação suplementar no sentido de que possam prestar novas
provas em momento posterior e, por outro lado, não se tendo
definido nenhum regime de precedências, os estudantes podem
transitar de ano com alguma(s) disciplina(s) em atraso.
As taxas de permanência e
de conclusão são particularmente elevadas se tivermos em
consideração as características do público-alvo destas
licenciaturas. Atribuímos estes resultados a três tipos de
factores: o envolvimento dos estudantes e dos professores no
trabalho, as diferentes estratégias que os professores, em
conjunto com os próprios estudantes, constroem para que o
trabalho académico seja relevante para estudantes que são
adultos e a flexibilidade na marcação de provas de avaliação em
datas alternativas às previamente fixadas quando os estudantes
não as podem realizar por razões atendíveis.
Pretendemos conhecer a
opinião dos estudantes e dos professores quer sobre aspectos
gerais da sua experiência académica quer quanto a aspectos
relacionados com a leccionação das disciplinas concretas.
Numa abordagem geral da
experiência académica dos estudantes formulámos questões
relativas:
- ao processo de
aprendizagem dos estudantes - opinião sobre as condições
pessoais de frequência, opinião sobre a utilidade das
aprendizagens e apoio dos professores - . Este conjunto de
questões foi formulada quer aos estudantes quer aos docentes,
excepção feita ao último aspecto que só foi formulado aos
estudantes;
- à opinião sobre o
ambiente e os serviços - ambiente relacional e opinião sobre os
diversos serviços de apoio – conjunto de perguntas feitas a
discentes e a docentes;
- à avaliação que os
estudantes e os docentes fazem da leccionação das disciplinas
concluídas pedindo que respondessem, para cada disciplina
frequentada/leccionada, a seis aspectos, a saber
. novidade dos conteúdos,
(estudantes e docentes)
. interesse dos conteúdos;
(estudantes e docentes)
. clareza da exposição das
diferentes matérias; (estudantes) compreensão das diferentes
matérias (docentes)
. orientação bibliográfica;
(estudantes) uso feito da bibliografia recomendada (docentes)
. justiça das avaliações e
(estudantes) aceitação das avaliações (docentes)
. justeza dos comentários
feitos pelos professores aos trabalhos dos alunos (estudantes)
aceitação dos comentários feitos aos trabalhos dos estudantes
(docentes).
- e por fim apresentamos
questões que pretendem captar um saldo genérico da relevância
que o curso está a ter para os estudantes. Aos estudantes
perguntámos se tornaria a inscrever-se no curso e se
aconselharia o curso a um amigo e aos docentes pedimos-lhe que
comparassem o curso do ISET com outros do mesmo género de outras
instituições.
No âmbito deste documento
apresentaremos as tendências das respostas relativas à
leccionação das disciplinas analisadas em conjunto.
Em cada ponto começaremos
por apresentar as respostas dos alunos, seguida da dos docentes.
No processo de aprendizagem
há que distinguir por um lado o ponto de onde se parte, por
outro lado o significado que se atribui às aprendizagens e por
outro ainda o apoio de que se dispõe para integrar no universo
significativo pessoal aquilo que faz parte das aprendizagens que
é suposto serem conseguidas pelos estudantes. Assim recolhemos
respostas a questões relativas quer à representação que
estudantes e docentes têm das condições pessoais dos discentes
para a frequência do curso, quer sobre a utilidade das
aprendizagens e quer ainda sobre o apoio que receberam dos
professores.
Para cada questão
apresentamos a distribuição das respostas em tabela e, para
facilidade de apreensão global, em gráfico.
Nas condições pessoais para
a frequência distinguimos a formação de base e a disponibilidade
para os trabalhos académicos.
|
|
Muito boa |
Boa |
Razoável |
Fraca |
Muito Fraca |
Totais |
|
A sua
formação de base para a frequência deste curso |
7% |
50% |
39% |
4% |
_ |
100% |
|
A sua
disponibilidade de tempo para fazer os trabalhos pedidos |
1% |
21% |
67% |
11% |
_ |
100% |

A maioria dos estudantes
considerou que a sua formação de base é ou boa ou muito boa.
Muito poucos consideraram a sua formação de base como fraca.
Verificamos que a opinião é menos positiva relativamente à
disponibilidade para fazer os trabalhos pedidos.
Com efeito, a quase
totalidade dos estudantes trabalham a tempo inteiro e têm de
aproveitar muito bem o seu tempo e abdicar de muitas actividades
para poderem ter sucesso no seu percurso académico.
|
Professores |
Muito boa |
Boa |
Razoável |
Fraca |
Muito Fraca |
|
Formação de base
para a frequência deste curso |
12% |
41% |
47% |
- |
- |
|
Disponibilidade de
tempo para fazer os trabalhos pedidos |
3% |
22% |
59% |
16% |
- |

A opinião dos docentes é
bastante convergente com a dos estudantes no que toca à
qualificação , tanto da formação de base como da disponibilidade
para o trabalho académico.
Para conhecer a utilidade
que os estudantes reconhecem aos trabalhos solicitados
distinguimos por um lado essa utilidade em termos pessoais e por
outro para o exercício profissional.
|
|
Muito grande |
Grande |
Razoável |
Fraca |
Muito Fraca |
|
A utilidade,
em termos pessoais, dos trabalhos que lhe foram pedidos |
18% |
53% |
28% |
1% |
_ |
|
A utilidade
do que aprendeu no curso para o seu exercício
profissional |
37% |
41% |
20% |
3% |
_ |

Os estudantes reconheceram
que os trabalhos que são solicitados a realizar no âmbito da sua
formação têm uma inequívoca utilidade em termos pessoais. Com
efeito 70% dos estudantes referiram uma utilidade em termos
pessoais grande ou muito grande.
A utilidade dos trabalhos
para o exercício profissional é ainda mais inequivocamente
positiva uma vez que não só aquela percentagem aumenta como
aumenta a resposta de utilidade muito grande.
|
Professores |
Muito grande |
Grande |
Razoável |
Fraca |
Muito fraca |
|
Utilidade dos
trabalhos pedidos para o desenvolvimento pessoal dos
alunos |
24% |
76% |
- |
- |
- |
|
Utilidade das
matérias leccionadas para a intervenção dos alunos na
sua actividade profissional |
62% |
38% |
- |
- |
- |

Os professores têm ainda
uma opinião mais favorável do que os estudantes sobre a
utilidade da formação quer para o desenvolvimento pessoal quer
como preparação para a intervenção na actividade profissional
futura.
Procurámos conhecer a
opinião dos estudantes acerca do apoio que recebem dos
professores na orientação do processo de aprendizagem e também
quando sentem dificuldades.
A resposta dos estudantes a
estas duas questões revelaram ser das mais positivas das
recebidas no conjunto dos indicadores usados nesta
auto-avaliação.
|
|
Muito bom |
Bom |
Razoável |
Fraco |
Muito Fraco |
|
O apoio que
recebeu dos professores quando sentiu dificuldades |
44% |
47% |
7% |
1% |
_ |
|
A
disponibilidade dos professores para o(a) orientar no
processo de aprendizagem |
39% |
53% |
7% |
1% |
_ |

Com efeito a representação
que os estudantes transmitiram relativamente ao apoio que
recebem dos professores é altamente positiva.
Mais de 90% diz que, quando
sentiu dificuldades, diz que recebeu um apoio bom ou muito bom
da parte professores. Também a disponibilidade dos professores
para orientar no processo de aprendizagem se situa em valores
francamente positivos.
Este aspecto não integrou a
auscultação aos professores.
A aprendizagem não se faz
num vazio e quer o ambiente relacional quer um conjunto de
serviços de apoio podem facilitar ou dificultar o objectivo
primeiro da instituição que é a criação de condições favoráveis
ao trabalho académico. Assim quisemos apreender a representação
dos alunos sobre o clima relacional entre os eles e os outros
actores da instituição, desdobrando a relação de alunos com os
professores, dos alunos com os funcionários e ainda dos alunos
entre si. Num segundo conjunto de questões quisemos conhecer a
opinião que têm sobre serviços que existem para apoio directo
aos alunos.
O clima organizacional,
nomeadamente no que toca às relações entre os principais
intervenientes na instituição é um elemento de considerável
interesse num processo de auto-avaliação de uma instituição de
educação. Dada a diferença de estatuto de estudantes e
professores estes foram inquiridos sobre as relações entre mais
actores do que aquelas que foram abordadas com os estudantes.
Interessou-nos recolher as
opiniões dos estudantes sobre as relações que têm com os seus
colegas, com os professores e com os funcionários. As respostas
obtidas constam do quadro e do gráfico seguintes.
|
|
Muito bom |
Bom |
Razoável |
Fraco |
Muito Fraco |
|
Relações
entre alunos |
38% |
57% |
6% |
- |
- |
|
Relações
entre alunos e funcionários |
50% |
44% |
4% |
1% |
- |
|
Relações
entre alunos e professores |
49% |
44% |
7% |
- |
- |

A forma como os estudantes
vêem a sua relação com os docentes e com os funcionários é
claramente positiva. Com efeito cerca de metade dos alunos
optaram por qualificar estas relações de muito boas e, se
considerarmos que quem a qualificou de muito boa por maioria de
razão deve ser considerado na qualificação de boa, diremos que a
esmagadora maioria dos restantes adjectivaram-na de boa.
A relação entre alunos,
tendo recolhido opiniões francamente favoráveis - também neste
caso mais de 90% as qualificou de boas e muito boas – têm um
número ligeiramente menor, do que no caso da relação com
professores e funcionários, a qualificá-la de muito boa.
No que toca
ao ambiente relacional os docentes foram inquiridos não só sobre
os três aspectos a que os estudantes responderam mas ainda às
relações com os outros membros do Instituto.
|
|
Muito grande |
Grande |
Razoável |
Fraca |
Muito fraca |
|
Entre alunos |
63% |
37% |
- |
- |
- |
|
Entre funcionários
e alunos |
68% |
32% |
- |
- |
- |
|
Entre professores e
alunos |
54% |
46% |
- |
- |
- |
|
Entre professores |
91% |
9% |
- |
- |
- |
|
Entre professores e
direcção |
100% |
- |
- |
- |
- |
|
Entre professores e
funcionários |
100% |
- |
- |
- |
- |

Também os professores têm
uma opinião muito positiva não só sobre as relações entre os
actores sobre as quais os estudantes se pronunciaram como
relativamente às relações entre os outros actores.
Os serviços de apoio
relativamente aos quais se pediu a estudantes e a professores
que se pronunciassem foram por um lado a secretaria,
distinguindo horário e atendimento, por outro lado a biblioteca,
também distinguindo horário e o apoio e finalmente o serviço de
reprografia, comummente conhecido por fotocópias.
Os aspectos considerados
dos serviços recolhem respostas claramente positivas, uma vez
que mais de 50% as situam no campo do Bom e Muito Bom. Mas há
claramente diferenças.
|
|
Muito Bom |
Bom |
Razoável |
Fraco |
Muito Fraco |
Totais |
|
Modo de
acolhimento nos serviços de Secretaria |
53% |
29% |
17% |
1% |
- |
100% |
|
Horário de
atendimento na Secretaria |
25% |
65% |
10% |
- |
- |
100% |
|
Apoio na Biblioteca |
23% |
62% |
14% |
1% |
- |
100% |
|
Horário da Biblioteca |
11% |
54% |
32% |
3% |
- |
100% |
|
Serviço de fotocópias |
25% |
32% |
39% |
3% |
- |
100% |

A questão que mereceu
melhor apreciação dos estudantes foi o modo de acolhimento nos
serviços de secretaria. Com efeito quatro em cada cinco
estudantes qualificaram este atendimento de bom e muito bom,
tendo mais de 1 em cada dois estudantes considerado que esse
aspecto se situava no escalão de muito bom.
Depois surgem com uma
distribuição de respostas muito próximas “Horário de atendimento
na Secretaria” e “Apoio na Biblioteca”. Nestes dois aspectos as
respostas de bom e muito bom recolhem a opinião entre 85% e 90%.
Mas neste caso mais de 50% ficam-se pela qualificação de bom.
O horário da biblioteca e o
serviço de fotocópias recolhem cerca de 1/3 de razoável. No que
toca à biblioteca, estas respostas parecem estar relacionadas
com o facto da biblioteca ao sábado só estar aberta a partir da
13h, uma vez que todos os alunos tem aulas toda a manhã. Em
contrapartida está depois aberta até às 18h. Já relativamente ao
serviço de fotocópias as opiniões menos positivas parece estar
relacionado com o facto de alguns dias e algumas horas serem de
verdadeiro «engarrafamento», desejando alguns alunos ser
atendidos de imediato. No entanto não esqueçamos que a maioria
situou a sua resposta no bom, uma vez que o muito bom, por
maioria de razão é bom.
|
|
Muito Bom |
Bom |
Razoável |
Mau |
Muito Mau |
|
Horário de
atendimento na Secretaria |
57% |
40% |
3% |
- |
- |
|
Modo de acolhimento
nos serviços de Secretaria |
89% |
11% |
- |
- |
- |
|
Horário da
Biblioteca |
43% |
54% |
3% |
- |
- |
|
Apoio na Biblioteca |
57% |
34% |
9% |
- |
- |
|
Serviço de
fotocópias |
54% |
43% |
3% |
- |
- |

A avaliação que os
professores fazem dos serviços de apoio é bastante mais positivo
do que o que é feito pelos alunos. Será que é porque os docentes
tentam usar estes serviços ao longo da semana, enquanto que a
grande maioria dos estudantes concentram a sua utilização desses
serviços em certos dias, e normalmente todos nos mesmos dias?
|
Tem-lhe sido disponibilizado: |
sempre |
Muitas Vezes |
Algumas Vezes |
Poucas vezes |
Nunca |
|
o material escrito de que precisa para as suas aulas |
97% |
3% |
- |
- |
- |
|
o material audiovisual de que precisa para as suas aulas |
100% |
- |
- |
- |
- |
|
o material informático de que precisa para as suas aulas |
100% |
- |
- |
- |
- |
|
os livros/revistas que tem proposto para o trabalho dos
alunos |
76% |
24% |
- |
- |
- |
|
apoio para uso da
plataforma moodle |
38% |
62% |
- |
- |
- |

A opinião sobre a
disponibilização deo diferentes tipos de material para a
actividade docente é largamente positiva. A opinião menos
positiva é a do apoio para uso da plataforma moodle.
Para fazer uma avaliação do
conjunto das disciplinas pedimos
- por um lado a cada
professor que nos respondesse, a esta parte do questionário
tantas vezes quanto as disciplinas e as turmas que lecciona;
- por outro lado a cada
estudante sobre cada uma das disciplinas que já completou.
Recolhemos as respostas dos
alunos do 2º ano sobre as disciplinas realizadas no 1º ano;
alunos do 3º ano sobre as disciplinas realizadas nos 1º e 2º
anos e dos alunos do 4º ano sobre as disciplinas realizadas nos
1º, 2º e 3º anos respectivos.
Salientemos que, dada a
reorganização curricular decorrente da aplicação da lógica de
Bolonha, houve deslocação de disciplinas de uns anos para
outros. No entanto todas as disciplinas já funcionaram, à
excepção da disciplina de Politica Educativa.
Na análise do conjunto das
disciplinas tentámos ver qual a tonalidade dominante das
respostas considerando como
“Muito Bom” os casos em que
o estudante na maioria das disciplinas qualificou o aspecto em
causa como muito bom.
“Bom” os casos em que o
aspecto em análise da maioria das disciplinas foi considerado
com um bom, sendo as outras respostas do nível do muito bom
“Bom/Regular” com maioria
de respostas no bom e uma minoria no regular
“Regular / Bom” com maioria
de respostas no regular e uma minoria no bom
Em nenhum dos casos se
obteve avaliações inferiores a estas qualificações.
Dada a diferente escala
usada para o tratamento do conjunto das disciplinas no grupo dos
estudantes e dos professores, uma vez que cada aluno fez um
conjunto mais ou menos alargado de disciplinas e os professores
apenas responderam sobre as disciplinas em que leccionam, a
comparação deve ter as precauções decorrentes deste facto.
|
Novidade dos conteúdos das disciplinas |
|
Muito Bom |
20% |
|
Bom |
42% |
|
Bom/Regular |
28% |
|
Regular / Bom |
10% |
|
Regular |
0% |
|
Fraco |
0% |
|
Muito Bom |
0% |
|
Muito Fraco |
0% |

A grande maioria dos
estudantes qualifica de boa a novidade dos conteúdos das
diferentes disciplinas.
|
Disciplina A -
Novidade dos conteúdos da disciplina para os alunos
|
|
Muito grande |
38% |
|
Grande |
50% |
|
Razoável |
12% |
|
Fraca |
- |
|
Muito fraca |
- |
|
|
100% |

Também os professores têm
uma opinião positiva sobre a novidade, para os estudantes, dos
conteúdos dos programas
|
Interesse dos
conteúdos |
|
Muito Bom |
28% |
|
Bom |
48% |
|
Bom/Regular |
23% |
|
Regular / Bom |
2% |
|
Regular |
0% |
|
Fraco |
0% |
|
Muito Fraco |
0% |

A qualificação do interesse
dos conteúdos ainda é mais positiva do que a novidade, aspecto
que acabámos de apresentar.
|
Interesse
manifestado pelos conteúdos da disciplina
|
|
Muito grande |
29% |
|
Grande |
71% |
|
Razoável |
- |
|
Fraca |
- |
|
Muito fraca |
- |
|
|
100% |
.

A opinião sobre o interesse
manifestado pelos alunos no que se refere às matérias situa-se a
níveis muito favoráveis
Os estudantes foram
inquiridos sobre a clareza das exposições das matérias pelos
professores e os docentes foram inquiridos sobre a capacidade de
compreensão e apreensão dos temas dos programas pelos discentes.
|
Clareza da
exposição |
|
Muito Bom |
31% |
|
Bom |
34% |
|
Bom/Regular |
27% |
|
Regular / Bom |
8% |
|
Regular |
0% |
|
Fraco |
0% |
|
Muito Fraco |
0% |

Também a clareza de
exposição das matérias mereceu respostas cuja tendência é
claramente positiva.
|
Capacidade dos
alunos em compreender as matérias leccionadas
|
|
Muito grande |
12% |
|
Grande |
68% |
|
Razoável |
21% |
|
Fraca |
- |
|
Muito fraca |
- |
|
|
100% |

A opinião dos professores
sobre a capacidade de apropriação pelos estudantes das matérias
dos programas é bastante favorável.
|
Orientação
bibliográfica |
|
Muito Bom |
28% |
|
Bom |
37% |
|
Bom/Regular |
19% |
|
Regular / Bom |
15% |
|
Regular |
0% |
|
Fraco |
0% |
|
Muito Fraco |
0% |

A orientação bibliográfica
situa-se entre o bom e o muito bom para 2 em cada 3 estudantes.
|
Uso pelos alunos da
bibliografia recomendada para a realização dos trabalhos
|
|
Muito grande |
30% |
|
Grande |
50% |
|
Razoável |
20% |
|
Fraca |
- |
|
Muito fraca |
- |
|
|
100% |

O uso que é feito pelos
alunos da bibliografia recomendada pelos docentes é claramente
satisfatória em 4 em cada 5alunos.
|
Justiça das
avaliações |
|
Muito Bom |
25% |
|
Bom |
34% |
|
Bom/Regular |
32% |
|
Regular / Bom |
9% |
|
Regular |
0 |
|
Fraco |
0 |
|
Muito Fraco |
0 |

A justiça nas avaliações
sendo claramente positiva, não o é de forma tão expressiva como
nos aspectos considerados anteriormente. Saliente-se no entanto
que as opiniões se mantêm a níveis ainda claramente positivos.
|
Aceitação pelos
alunos das avaliações que tem feito
|
|
Muito grande |
38% |
|
Grande |
62% |
|
Razoável |
- |
|
Fraca |
- |
|
Muito fraca |
- |

Os professores, quando
interrogados sobre a generalidade de cada uma das turmas
consideram que há uma muito confortável aceitação das avaliações
realizadas.
Uma prática
do Instituto é facultar, sempre que os estudantes o solicitam
comentários aos trabalhos para que o próprio processo de
avaliação possa swer ocasião de aprendizagem. Por isso
interrogámos os estudantes sobre a justeza dos comentários que
receberam dos professores e a estes sobre a aceitação desses
mesmos comentários pelos alunos.
|
Justeza dos
comentários |
|
Muito Bom |
27% |
|
Bom |
31% |
|
Bom/Regular |
34% |
|
Regular / Bom |
8% |
|
Regular |
0 |
|
Fraco |
0 |
|
Muito Bom |
0 |
|
Muito Fraco |
0 |

A opinião dos estudantes
sobre a pertinência dos comentários feitos pelos professores aos
trabalhos e a justificação das avaliações situa-se ao mesmo
nível que a própria justiça das avaliações.
|
Aceitação pelos
estudantes dos comentários que tem feito aos trabalhos
que eles apresentam |
|
Muito grande |
43% |
|
Grande |
57% |
|
Razoável |
- |
|
Fraca |
- |
|
Muito fraca |
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Também aqui as respostas
indiciam um apreço muito generalizado por esta forma de
trabalhar.
A avaliação global dos
cursos assenta em perguntas diferentes a estudantes e a
professores.
Aos alunos perguntámos se,
tivessem agora de refazer a sua decisão de freuência do curso, a
refariam ou não. Complementarmente a esta pergunta quisemos
saber se aconselhariam a frequência do curso a um amigo.
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Sim |
Talvez sim |
Talvez não |
Não |
Total |
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Se soubesse
voltaria a inscrever-se neste curso? |
74% |
15% |
10% |
1% |
100% |
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Aconselharia
um amigo a inscrever-se num curso do ISET |
81% |
14% |
4% |
1% |
100% |
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Se soubesse
voltaria
a inscrever-se
neste curso? |
Aconselharia um
amigo
a inscrever-se num
curso do ISET |
|

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Também neste indicador as
respostas são muito gratificantes para todos aqueles que
trabalham e não se poupam a esforços para que o percurso dos
estudantes seja o mais significativo e útil possível.
Ao discutir estes dados no
Conselho Pedagógico, interrogamo-nos porque teria havido alguns,
muito poucos alunos que não hesitariam em aconselhar um curso do
ISET a amigos mas hesitariam relativamente a si próprios. Um
representante dos alunos teve uma intervenção que elucidou tal
facto. Ele próprio respondera assim, não porque o curso tivesse
menos significado para ele mas devido à dificuldade económica de
conciliar as responsabilidades familiares com os compromissos
das propinas.
As questões feitas aos
professores foram formuladas no sentido de recolher a sua
opinião tendo como referência o que conhecem de outras
instituições. Centrámo-nos na exigência, na utilidade para
intervir profissionalmente e finalmente na preparação para
prossecução de estudos com qualidade.
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Considera que os
Cursos ministrados pelo ISET são, por relação a cursos
equivalentes ministrados noutras instituições de ensino
superior |
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menos exigente do
que os outros cursos |
- |
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tão exigente como
os outros cursos |
40% |
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mais exigente do
que os outros cursos |
57% |
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não sei |
3% |
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100% |

A maioria dos docentes
considera que o Instituto se caracteriza por um nível de
exigência relativamente aos estudantes maior do que outras
instituições de que conhecem os métodos de trabalho.
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6. Para intervir na
escola considera, por relação a cursos semelhantes
existentes noutras Instituições, que os cursos do ISET
dão:
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uma preparação mais
fraca do que os outros cursos |
- |
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uma preparação tão
boa como os outros cursos |
17% |
|
uma preparação
melhor do que os outros cursos |
80% |
|
não sei |
3% |
|
|
100% |

No que toca à preparação
para intervir profissionalmente, os professores partilham uma
perspectiva muito maioritária de que os nossos alunos saem do
Instituto particularmente bem preparados para intervir
profissionalmente.
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7. Para concluir
com êxito um mestrado em educação, por relação a cursos
semelhantes existentes noutras Instituições, que os
cursos do ISET dão |
|
uma preparação mais
fraca do que os outros cursos |
- |
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uma preparação tão
boa como os outros cursos |
21% |
|
uma preparação
melhor do que os outros cursos |
71% |
|
não sei |
7% |

Também na preparação para
prossecução de estudos os professores do Instituto partilham a
convicção da qualidade da formação que se assegura aos nossos
estudantes.